domingo, 30 de setembro de 2012
Subsidio da lição 1- 4 trimestre de 2012
PROFETAS MENORES -
Álvaro César Pestana - 2006 - © 2006 Álvaro César Pestana [Extraídos e adaptados do livro A Bíblia toda em um ano] Álvaro C. Pestana Os Profetas Menores 2006 - Um curso para Escola Dominical Introdução geral aos profetas menores:
I. Quem são os profetas menores? • São os 12 últimos livros de nosso Velho Testamento, de Oséias até Malaquias. • Eles são chamados menores por causa do tamanho dos seus livros: todos os 12 livros cabiam em um único volume ou um único rolo escrito em hebraico. • Os Judeus o chamavam de “O livro dos 12 profetas”. • Eles são contrastados com os profetas maiores: Isaías, Ezequiel, Jeremias (+ Lamentações) e Daniel. Estes são chamados de maiores porque seus livros eram, normalmente, muito maiores e eram escritos em livros separados uns dos outros. II. Qual a ordem bíblica dos profetas menores? Na Bíblia, eles estão na seguinte ordem [devemos decorar esta ordem para poder encontrá-los]. Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias. A lógica desta distribuição era a crença judaica que... • os livros Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas e Miquéias tratavam do período do auge do poder Assírio. • os livros Naum, Habacuque e Sofonias tratariam do período de declínio do poder Assírio • e os livros Ageu, Zacarias, Malaquias seriam (e de fato são) da época após o exílio. III. Qual a ordem cronológica dos profetas menores? • Na verdade, a ordem histórica dos livros é outra. A ordem cronológica na qual os livros foram escritos é diferente de sua ordem de aparição na Bíblia. • A ordem cronológica provável é: [é difícil saber a época de Joel - talvez ele seja o primeiro] 1. Profetas do período Assírio [antes de 606 a.C.] Joel(?), Jonas, Amós, Oséias, Miquéias, Naum 2. Profetas do período Babilônio [entre 606 e 586 a.C.] Habacuque, Sofonias, Obadias 3. Profetas do período após o exílio [depois de 538 a.C.] Ageu, Zacarias, Malaquias A HISTÓRIA DE ISRAEL E OS PROFETAS ÉPOCA DOS PROFETAS - séculos X IX VIII VII VI PROFETAS MENORES Joel - Jonas - Amós - Oséias - Miquéias - Naum - Habacuque - Sofonias - Obadias - Ageu - Zacarias - Malaquias IV. Qual a razão e o benefício de estudar os profetas menores? 1. Aprender a mensagem da Bíblia que nos ensina e consola – Rm 15.4 2. Aprender sobre a bondade e a severidade de DEUS – Rm 11.22 3. Aprender sobre JESUS – Jo 5.39 O observador mais superficial do conteúdo da Bíblia verificará que quase 80% do livro sacro é o Velho Testamento. Se a Bíblia toda é realmente a palavra de DEUS aos homens, torna-se patente que o Velho Testamento merece muito mais atenção do que normalmente recebe. Em todos os países, inclusive no Brasil, o povo de DEUS precisa redescobrir a significação e a atualidade do Velho Testamento. É verdade que a escola dominical oferece certo ensino nesta área, mas se limita geralmente ao conhecimento dos dados históricos. A interpretação desses dados é o trabalho do exegeta. Acontece, porém, que a maioria dos sermões oferecidos ao povo de DEUS se baseia, quase exclusivamente, no Novo Testamento. Os Salmos gozam de grande popularidade e representam talvez a leitura mais conhecida do Velho Testamento. A parte mais negligenciada parece ser os profetas menores, e por esta razão o autor preparou estudos bíblicos baseados neles, que foram apresentados aos estudantes da ABU e da ABS. O interesse suscitado no meio estudantil levou o autor a preparar, em forma permanente, este livrinho para o público maior. O conhecimento das condições sócio-econômicas, políticas e religiosas da época dos profetas é indispensável à compreensão da mensagem profética. Quando as referidas condições se assemelham às nossas, não obstante a passagem dos séculos, então os profetas de ontem falam hoje, e o Velho Testamento se atualiza de uma maneira notável e também proveitosa. Neste opúsculo segue-se quase sem mudança a ordem dos livros dos profetas menores adotada na Bíblia. Desde o século VIII a.C. até o século V a.C., os profetas menores exerceram um ministério dirigido ao povo de DEUS, no período das maiores crises. Cinco deles profetizaram antes da queda de Samaria em 722 a.C., quando a nação ao norte, Israel, foi levada para o exílio na Assíria. Neste mesmo período antes do exílio de Israel na Assíria, DEUS levantou Isaías, o mais sublime de todos os profetas. Depois da queda de Samaria, o profeta Naum predisse a destruição de Nínive, capital da Assíria, o que se cumpriu em 612 a.C. A pequena nação ao sul, Judá, não aprendeu a lição de Israel, por razões semelhantes, ela seria invadida e destruída pelos babilônicos cerca de 140 anos depois. Pelo fato de ser custódia do sagrado templo do Senhor, Judá achava absolutamente inacreditável a profecia ameaçadora da queda de Jerusalém. Jeremias, o profeta chorão, apoiado pelos dois profetas menores, Habacuque e Sofonias, advertiu debalde o povo de DEUS, e em 587 a.C. Jerusalém e o templo foram arrasados. No período de 70 anos de exílio na Babilônia que se seguiu, Daniel e Ezequiel, profetas maiores, foram os principais porta-vozes do Senhor. O livrinho de Obadias tem o seu lugar no começo desse período exílico, e por conseguinte o capítulo dedicado neste livro à sua profecia é colocado depois de Sofonias, e não no lugar tradicional entre Amós e Jonas. Os três últimos profetas menores, Ageu, Zacarias e Malaquias, pertencem ao período pós-exílico, isto é, após o ano 538 a.C., em que Ciro permitiu a volta dos judeus para a terra da promissão. Neste período os três profetas prepararam o povo para a realização da maior de todas as promessas divinas, a vinda do Messias. Em certos casos é difícil estabelecer uma data segura para a composição de uma profecia. Os livros de Joel, de Jonas e de Naum são exemplos disso. Sendo a evidência cronológica interna às vezes inadequada, os eruditos adotam datas variadas baseadas no estilo utilizado e em considerações críticas. Embora sendo um assunto altamente relevante, a questão da data não diminui a significação espiritual e moral do recado profético. Para fins deste estudo, o autor adotou as datas conservadoras. No cânon hebraico do Velho Testamento, os doze profetas menores formam um livro, ou coleção de escritos sacros denominada “Os Doze”. Na versão grega da Septuaginta, a mesma coletânea tem como título “Os Doze Profetas”. Nos séculos que precedem o nascimento de JESUS CRISTO, os judeus piedosos se alimentavam das gloriosas promessas messiânicas contidas no livro “Os Doze”. Assim o Velho Testamento termina com “Os Doze” e sua refulgente esperança num messias todo-poderoso. É altamente sugestivo que, após o longo silêncio do período intertestamentário, o Novo Testamento se abre com JESUS CRISTO e a escolha dos doze apóstolos como pregoeiros da boa nova da Salvação. Esta relação histórica, entre as promessas dos Doze no fim do Velho Testamento, e a sua realização através da missão dos Doze no início do Novo Testamento, deve despertar no povo de DEUS o afã de conhecer mais profundamente os escritos inspirados dos doze profetas menores, que ainda nos falam hoje. E então a palavra dos profetas menores será uma mensagem de justiça e esperança para hoje, para o homem deste final de século XX. Dionísio Pape - Justiça e Esperança para Hoje - A Mensagem dos Profetas Menores OBJETIVOS - Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Descrever o panorama geral dos profetas menores. Analisar a procedência da mensagem dos profetas menores. Compreender que os escritos dos profetas menores são divinamente inspirados.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
vídeo-clipe
lição 14- Avida Plena nas Aflições
LIÇÃO 14 A VIDA PLENA NAS AFLIÇÕES
Aula ministrada pelo Pr. Moysés Ramos para Escola Dominical da Assembléia de Deus em Londrina
Aula ministrada pelo Pr. Clari de Matos para a EBD da Assembleia de Deus em Curitiba.
Aula prévia referente a Lição 14: A vida plena nas aflições do 3º Trim. 2012.
por: Ev. Dr. afonso caramuru
domingo, 23 de setembro de 2012
EBD ANIMADA EM MUTIRÃO 2
CLASSE DE ADOLESCENTES
DIR. DA EBD: LEONARDO
CRIANÇAS
APRESENTAÇÃO DAS CRIANÇAS
PR. EDMAR BRASILIANO
SECRETARIAS DA EBD
ENTREGAS DE PRESENTES PARA ALUNOS
EM DESTAQUE
E
DIR DA EBD E, MUTIRÃO LEONARDOterça-feira, 18 de setembro de 2012
VÍDEO-AULAS DA LIÇÃO 13 A VERDADEIRA MOTIVAÇÃO DO CRENTE
Pré Aula_Lição 13: A verdadeira motivação do crente
Lição 13: A verdadeira motivação do crente do 3º Trim. 2012.
EV. DR CARAMURU
Lição 13 - A verdadeira motivação do crente
Aula ministrada pelo Pb. Olívio Duarte para a EBD da Assembleia de D
LIção 13 - A Verdadeira Motivação do Crente
INTRODUÇÃO
O que significa motivação? Quais as intenções que o salvo não deve ter em seu
coração ao realizar o serviço para Deus e quais as que ele deve ter? Nesta
lição, veremos estas questões que permeiam a vida cristã. Destacaremos ainda o
grande evento do Tribunal de Cristo onde todos os salvos serão julgados pelo
serviço que desempenharam em prol do Reino de Deus aqui na terra e da
recompensa que receberão aqueles que procederam com amor e fidelidade.
I – O QUE SIGNIFICA MOTIVAÇÃO
O dicionário diz que significa: “ato ou efeito de motivar; exposição de motivos
ou causas; conjunto de fatores psicológicos de ordem fisiológica, intelectual
ou afetiva, os quais agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo”. Já
a palavra motivo do latim “motivu”, 'que move' quer
dizer: “fim, intuito. Fica explícito que a palavra motivação alude a intenção,
propósito ou objetivo com que fazemos as coisas. No contexto da nossa lição,
diz respeito as intenções com que executamos a obra do Senhor.
II – COMO NÃO DEVEMOS FAZER A OBRA DE DEUS
2.1 Com má vontade.A expressão mal do grego “kakos” quer dizer: “tudo o que é mau em
caráter, vil, desprezível”. Portanto, não podemos fazer a obra de Deus com má
vontade. O apóstolo Paulo tinha esta consciência por isso disse: “Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me
gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o
evangelho! E por isso, se o faço de boa mente, terei prêmio; mas, se de
má vontade, apenas uma dispensação me é confiada” (II Co 9.16,17).
2.2 Com orgulho.O Aurélio define a palavra “orgulho”
como “conceito elevado ou exagerado de si próprio; amor próprio demasiado;
soberba”. Do grego “alazonia” ou “alazoneia” que é traduzido em (I Jo 2.16)
por “soberba”. Este foi o sentimento que levou o querubim ungido a ruína (Is
14.13-19; Ez 28.13-19). Aqueles que desejam servir a Deus não podem fazê-lo com
orgulho, pois a Bíblia nos exorta a termos cuidado com este sentimento (I Tm
3.6; Pv 16.18,19; Tg 4.6). Vejamos dois exemplos bíblicos de pessoas que agiram
com orgulho e foram prejudicadas:
·
O Rei Nabucodonosor.Apesar de ter sido
avisado divinamente por um sonho que foi interpretado pelo profeta
Daniel, que não deveria agir impiamente e se ensoberbecer (Dn 4.4-27). Após
passado um ano, este rei agiu orgulhosamente e sofreu as consequências por isso
(Dn 4.28-33).
·
O Rei Uzias. Deus o fez
prosperar enquanto este o buscou (II Cr 26.4,5), porém seu coração se exaltou e
ele intentou queimar incenso, função esta que cabia apenas ao sacerdote (II Cr
26.16), porém mesmo sob aviso, o rei agiu loucamente e recebeu a punição pelo
seu pecado (II Cr 26.17-21).
2.3 Com o propósito de ser visto. Nosso Senhor Jesus
Cristo, preveniu seus seguidores de não procederem como os hipócritas
religiosos que entregavam suas esmolas e seus sacrifícios com a finalidade de
serem vistos pelos homens e não por Deus, isto porque desevajam receber louvor
(Mt 6.2,5; 23.5). Este foi o terrível erro de Ananias e Safira, pois eles
haviam observado como Barnabé ficou bem visto pela congregação após doar de
coração o valor da sua fazenda para os apóstolos
administrarem
(At 4.36,37), de igual modo venderam sua propriedade, no entanto, combinaram
entre si mentir quanto ao valor da venda, retendo assim parte do dinheiro,
alegando ser o dinheiro todo (At 5.2), o que resultou em sentença de morte (At
5.4,5; 5.9,10).
III – COMO DEVEMOS FAZER A OBRA DE DEUS
Vimos acima alguns motivos que não devem permear o coração de quem serve a
Deus, todavia, veremos agora quais virtudes devem nos mover ou impulsionar ao
serviço cristão. Vejamos algumas:
3.1 Com amor. O apóstolo Paulo diz que amor é a principal
das três virtudes cristãs (I Co 13.13), ele é também o fruto do Espírito no
cristão (Gl 5.22). Portanto, tudo o que fazemos deve ter esta característica do
fruto como motivação, senão, qualquer coisa que fazemos não terá valor: “... e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria” (I Co 13.3b).
Portanto, o apóstolo ainda diz: “Todas as vossas
coisas sejam feitas com amor” (I Co 16.14).
3.2 Com humildade. O Aurélio diz que humildade é a
virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza, limitação. Portanto, o servo
de Deus que realiza a sua obra com êxito, não deve se gloriar jamais, pois
reconhece as suas militações; e que os bons resultados de tudo quanto faz
ou executa para Deus deve glorificá-lo pois o seu prazer consiste em reconhecer
a suficiência do poder do Espírito em seu trabalho e que deve proceder
humildemente como ensina as Escrituras (Pv 15.33; 18.12; 22.4; Fp 2.3; Cl 3.12;
I Pe 5.5).
3.3 Como ao Senhor. A Bìblia nos ensina que devemos fazer
as coisas prioritariamente para Deus (Ef 6.7; Cl 3.23), isto não significa
dizer que fazendo para os homens, não estejamos fazendo para Deus (II Co 8.5).
A Bíblia deixa claro que servindo aos homens de Deus com sinceridade de coração
e não para sermos vistos, estamos fazendo para Ele (Fp 4.18). Eis alguns
exemplos:
·
Samuel servia ao Senhor e a Eli:“E o jovem Samuel servia ao SENHOR perante Eli; e a palavra do SENHOR
era de muita valia naqueles dias; não havia visão manifesta”.
·
Eliseu servia a Elias:“Então respondeu um dos servos do rei de Israel, dizendo: Aqui
está Eliseu, filho de Safate, que derramava água sobre as mãos de Elias” (II Re
3.11b).
·
Priscila e Áquila serviram ao
apóstolo Paulo:“Saudai a Priscila e a Áquila, meus
cooperadores em Cristo Jesus” (Rm 16.3).
IV - TRIBUNAL DE CRISTO: O JULGAMENTO DAS NOSSAS OBRAS
Em (Rm 14.10), o apóstolo Paulo usa o termo grego “bema” que quer dizer
“degrau”, que originalmente indica uma plataforma elevada, usada pelos juízes
em seus julgamentos formais. Isto ilustra o tipo de julgamento a que serão
submetidos os crentes salvos, que biblicamente é denominado de Tribunal de Cristo (II Co 5.10). Neste tribunal, os
salvos serão avaliados cada um segundo as suas obras. A expressão “obra” do grego “ergon” significa: “trabalho, ação, ato”.
Logo, é extremamente importante ressaltar que apesar do cristão não ser salvo pelas obras (Ef 2.8,9), ele é salvo para as obras (Ef 2.10). Ali os remidos
receberão da parte do Senhor o louvor ou a censura que merecer. Vejamos algumas
características desse julgamento:
4.1 Esse julgamento será meticuloso. Neste julgamento cada um receberá “segundo
o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal” (II Co 5.10). A
expressão “bem” do grego“agaton”, quer dizer algo
“espiritual e moralmente bom ou útil aos olhos de Deus”, já o termo “mal” do
grego “phaulos” significa: “sem
valor, iníquo; inclusive egoísmo, inveja e preguiça”. Nada ficará oculto
(Rm 2.16). Tudo será julgado, especialmente os nossos motivos (I Co 4.5). O
Aurélio diz que a expressão “meticuloso” significa: “que se preocupa com
detalhes; minucioso, esmiuçador”. Portanto, o Senhor Jesus Cristo, julgará a obra de cada crente pela motivação com a qual foi
feita, disto nos assegura o apóstolo Paulo: “...mas
veja cada um como edifica sobre ele” (I Co 3.10).
Confira ainda: (I Co 13.3; Cl 3.23,24; Hb 6.10).
4.2 Esse julgamento será revelador. A palavra “revelar” do grego “apokalypsis” significa “revelar, tirar o véu, descobrir”. Esta expressão implica o levantar de uma cortina para que todos possam ver o que está sendo mostrado. Segundo o apóstolo Paulo, será deste modo a avaliação da obra de cada salvo no Tribunal de Cristo: “A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um” (I Co 3.13). A expressão “o fogo provará” diz respeito ao crivo que as obras passarão sob o olhar de Cristo que é como chamas de fogo (Ap 1.14), que fala da sua onisciência, pois Ele tudo vê, conhece, perscruta e que diante dEle todas as coisas estão nuas e patentes (Hb 4.13).
4.2 Esse julgamento será revelador. A palavra “revelar” do grego “apokalypsis” significa “revelar, tirar o véu, descobrir”. Esta expressão implica o levantar de uma cortina para que todos possam ver o que está sendo mostrado. Segundo o apóstolo Paulo, será deste modo a avaliação da obra de cada salvo no Tribunal de Cristo: “A obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um” (I Co 3.13). A expressão “o fogo provará” diz respeito ao crivo que as obras passarão sob o olhar de Cristo que é como chamas de fogo (Ap 1.14), que fala da sua onisciência, pois Ele tudo vê, conhece, perscruta e que diante dEle todas as coisas estão nuas e patentes (Hb 4.13).
4.2.1 Obras sem valor. O apóstolo diz que
as obras feitas com intenções erradas podem ser comparadas a “... madeira, feno, palha” (I Co 3.12). Assim
como estes materiais ao serem colocados no fogo são destruídos, de igual modo,
as más intenções por trás das obras tornarão elas inúteis, todavia, mesmo o
crente sendo reprovado pelo seu trabalho, não deixará de ser
salvo “Se a obra de alguém se queimar,
sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo” (I Co 3.15).
4.2.2 Obras com valor. O trabalho
desenvolvido pelo salvo com motivos nobres será assemelhado a “...ouro, prata, pedras preciosas...” (I Co 3.12). Estes
elementos quando postos ao fogo, não se destroem, porque são duradouros, por
isso o apóstolo Paulo compara com as boas obras praticadas pelos salvos, que
quanto analisadas aos olhos de Cristo não se destruirão, antes permanecerão: “Se a obra que alguém edificou nessa
parte permanecer, esse receberá galardão” (I Co
3.14).
4.3 Esse julgamento será recompensador. Essa recompensa refere-se ao galardão, expressão do grego “misthos” que significa: “salário, arrendamento”. Somente receberão, aqueles que trabalharam com amor no serviço do Senhor em prol do Reino de Deus (Ap 22.12). Não se sabe ao certo em que eles consistem, no entanto, temos a certeza de que ultrapassará a compreensão humana (I Co 2.9).
4.3 Esse julgamento será recompensador. Essa recompensa refere-se ao galardão, expressão do grego “misthos” que significa: “salário, arrendamento”. Somente receberão, aqueles que trabalharam com amor no serviço do Senhor em prol do Reino de Deus (Ap 22.12). Não se sabe ao certo em que eles consistem, no entanto, temos a certeza de que ultrapassará a compreensão humana (I Co 2.9).
CONCLUSÃO
Vimos nesta lição, como é importante antes de executarmos alguma obra para
Deus, avaliarmos as reais intenções que nos impulsionam a fazê-la. Visto que,
ainda que a atitude seja boa, se a motivação for ruim, não receberemos a recompensa.
Todavia, se agirmos fielmente e impulsionados pelo amor, nas obras que Deus
preparou de antemão para que andássemos nelas, ouviremos o louvor que vem de
Deus (I Co 4.5).
REFERÊNCIAS
·
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo
Pentecostal. CPAD.
·
VINE, W.E et
al. Dicionário Vine. CPAD.
·
HORTON, Stanley. Teologia Sistemática. CPAD.
·
COELHO, Alexandre; DANIEL, Silas. Vencendo
as aflições da vida. CPAD.
·
ANDRADE,Claudionor de.Dicionário Teológico. CPAD.
·
CHAMPLIN, R.N. O Novo Testamento
Interpretado versículo por Versículo. HAGNOS.
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA
DOMINICAL - PROF. PAULO AVELINO
ANIVERSARIO DA EBD EM MARIA FARINHA
ANIVERSARIO DA EBD EM MARIA FARINHA
DIA 16/09/2012
PR. LOCAL: VERSOZA
PB E SEC DA SUPERINTENDÊNCIA: EDMAR DOMINGOS
ADJ DA SUPERINTENDÊNCIA ÁREA DA PRAIA: AUX. ELIEL BARBOSA
DIRIGENTE DA EBD: FRANCISCO
VÍDEO-CLIP EBD EM MARIA FARINHA
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